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08Out
Cresce o interesse pelo sistema de mini geração de energia
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Em 2014, pouco mais de 400 pessoas usavam o sistema e, apenas dois anos depois, o número subiu para sete mil, segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). O número de consumidores brasileiros que produzem a própria energia aumentou mais de 17 vezes nos últimos anos no Brasil, segundo a ANEEL. De acordo com a agência, em todo o país, eram 431 casas e empresas em 2014 contra mais de sete mil em dezembro de 2016.

 O interesse dos consumidores pela geração da própria energia vem crescendo ano a ano. Em 2014, pouco mais de 400 pessoas usavam o sistema e, apenas dois anos depois, em dezembro de 2016, o número subiu para sete mil, segundo a ANEEL.

 Em São José do Rio Preto, no Condomínio Recanto do Lago, quatro residências adotaram o sistema. Nesta semana o engenheiro da CERRP, Alexandre Alves Sanches, esteve na residência da servidora pública estadual Maria Sebastiana Malheiros para fazer a vistoria e autorizar o funcionamento do sistema de micro-geração de energia elétrica.

 A princípio o sistema parece bem simples de operar. Os painéis das placas fotovoltaicas são muitos parecidos com aquele de placas para aquecimento de água. O que difere um do outro é que o primeiro somente aquece água e o segundo gera energia, sendo necessária a instalação de um aparelho inversor, que ao invés de receber envia a energia excedente para a rede.

 Maria Sebastiana explica que já vinha pesquisando há algum tempo sobre o tema. “O fato de poder produzir energia limpa, sem causar danos ao meio ambiente, e ainda economizarmos na conta nos incentivou a fazer esse investimento”, afirma, explicando que investiu cerca de R$ 20 mil no sistema, que espera recuperar dentro dos próximos seis a sete anos.

O investimento compensa, porque dá um retorno do dobro da poupança. Paga-se o investimento em torno de até seis anos e vale muito a pena. Usa-se a luz do sol como fonte geradora. A instalação é fácil. Em uma casa pronta não precisa mexer em nada. É muito simples a instalação.

 Alexandre explica que a CERRP não paga em espécie pelo uso da energia excedente, mas dá crédito compensatório nas contas futuras. Com o sistema de captação de energia solar, o consumidor consegue reduzir a conta de luz no fim do mês e ainda fica com crédito em haver com a distribuidora.