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08Out
CERRP participa da campanha Outubro Rosa contra o Câncer
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Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

 O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, e desde então, promovida anualmente na cidade.

 No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e a partir de 2011 sobre o câncer de colo do útero em diversos estados. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

 Diversas cidades em vários países começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares do mundo.

 CERRP

 A  CERRP (Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto) também aderiu à campanha do Outubro Rosa. Funcionários estão trabalhando com o tradicional laço rosa afixado com alfinetes nas camisas. E na quinta-feira haverá uma palestra que será proferida, no auditório da empresa, por profissionais da área da Saúde para funcionários e seus familiares, principalmente às esposas e mulheres.

 Apesar da campanha estar presente no mundo inteiro, no entanto, especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2017, mostra que embora a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período. Uma análise das postagens realizadas em redes como Facebook e Twitter em língua portuguesa mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença.

 Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo. Dados do INCA, apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2016, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).