Abrir
Notícias
05Ago
Nivaldo Cangini, 38 anos de vida dedicados à CERRP
ImagemNivaldo Cangini, gerente da CERRP

Nivaldo Aparecido Cangini ingressou na CERRP (Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto) em 1981 como auxiliar administrativo. Há quase quatro décadas na empresa, ele conta que esse foi o seu primeiro e único emprego com carteira assinada. “Estou no lugar certo”, afirma. ““Faço o que gosto com dedicação. Aqui formei minha família. Além disso, gosto do convívio com o Presidente e do seu conselho de Administração que estão sempre abertos para qualquer assunto e colegas de trabalho".

Nascido em Fernandópolis, Nivaldo morou e trabalhou na roça até os 19 anos de idade, quando veio para a cidade de São José do Rio Preto para trabalhar na CERRP, indicado pelo contador da época, Dirceu Marques, velho amigo da família Cangini. Ele lembra que o escritório da cooperativa ficava num sobrado em cima da lanchonete Só Suco, no Calçadão de Rio Preto. Era pouco mais de 10 funcionários, sendo do escritório e os que atuavam como eletricistas e ajudavam na fabricação de postes de concreto.

Antes de se tornar gerente na empresa, Nivaldo conta que fez de tudo um pouco. “Ajudei a fazer medição de redes e na leitura de medidores”, lembra. Em conversa com Diogo Sanches, um dos fundadores e atual secretário na diretoria da CERRP, o gerente relata que trabalhou com cinco presidentes na empresa e viveu a troca de quatro moedas no Brasil, passando pelo cruzeiro, cruzado, cruzado novo e real.  Depois dele, o funcionário mais antigo é um eletricista com 32 anos de firma.

Para Nivaldo, todos os funcionários são dedicados e parte essencial dentro de uma empresa, afinal sem eles nada seria possível. Cada um, dentro da sua função, contribui para que os resultados sejam alcançados, se encaixando como peças de um quebra-cabeça. “Trabalhar na CERRP é um orgulho”, afirma. “É a minha segunda casa, a minha segunda família".

As reminiscências contadas por Diogo e Nivaldo são muitas. Da diretoria atual, os mais antigos são Diogo, que tem leva o número 171 no cadastro, e o vice-presidente Armindo Marin, que foi o 250º associado da cooperativa.  “Naquela época a gente só estava preocupado em levar luz para nosso sitio e não imaginava que isso fosse crescer tanto”, afirma Diogo, hoje com 75 anos e dos quais 32 anos dedicados à Cutrale, indústria de suco de laranja, onde atuou como gerente.

Com 46 anos de existência, a CERRP vem acumulando histórias de pessoas que ajudaram a construir a empresa. Foram muitas as dificuldades e percalços enfrentados no meio do caminho. Uma delas, lembra Nivaldo, que foi necessário fazer empréstimo no antigo banco Comind para pagar a concessionária de energia.

No começo era tudo longe e mais difícil. A construção da sede nas margens da rodovia Délcio Custódio da Silva surgiu a partir de uma necessidade para solucionar o problema de uma grande dívida de um consumidor, que ofereceu grande quantidade de tijolos de pó de mico em troca do pagamento da conta de energia.

As histórias são muitas e para o presidente Odair Milhossi o maior orgulho da CERRP é manter pessoas que sonham com os ideais dos cooperados e ajudam a realizá-los. O esforço de todos os cooperados e colaboradores é fundamental para que os objetivos sejam realizados, sempre procurando melhorar a qualidade de vida dos consumidores de energia.